Segundo Semestre …

Infelizmente , por motivos vários que vão desde número de técnicos insuficientes até problemas orçamentários, as Vesperais Líricas foram suspensas no segundo semestre. Uma grande pena, uma grande tristeza, porque estávamos crescendo a cada espetáculo, tanto na parte artística como também o público estava aumentando a cada novo título.

Para mim, particularmente , foi muito difícil e está sendo muito difícil ter que parar com uma programação que estava pronta desde Novembro de 2010, com todos os artistas convidados e todos os títulos acertados, baseado no Centenário do Theatro Municipal, fazendo uma retrospectiva das óperas apresentadas na temporada de inauguração pela companhia de Titta Ruffo.

Enfim, espero firmemente que no próximo ano as Vesperais sejam retomadas e que cresçam ainda mais e que muitos artistas maravilhosos possam ter oportunidade de se apresentarem, que muitos novos artistas possam ser descobertos, que um novo e grande público possa descobrir a ópera.

Até 2012 …

Eloisa

DON PASQUALE – Donizetti


Maio

03 às 18h30 Sala Olido

05 às 20h30 Teatro João Caetano

Don Pasquale, Donizetti

Don Pasquale- Claudio Guimarães, baixo

Norina- Marivone Caetano, soprano

Dr. Malatesta – Sandro Bodilon, barítono

Ernesto- Walter Fawcett, tenor

Um Notaro – José Marson, tenor

Piano – Cecília Moita

Direção Cênica e cenários-João Malatian

Legendas – Eloísa Baldin

Produção – Patrícia Venâncio

Visagismo – Christian Mourelhe

Iluminação – Roberto Fernandes de Paiva

Figurinos e Cenários da Central de Produção “Chico Giacchieri”

Coordenação – Eloísa Baldin

Resumo:

Ato 1 – Don Pasquale é um velho celibatário, rico, polido e bondoso. Quer que seu sobrinho Ernesto se case com uma jovem que ele goste, mas ele ama Norina, uma bela e pobre jovem, que depende do dinheiro do tio. Don Pasquale diz que se Ernesto não se casar com quem ele quer, ele o deserda e o próprio Don Pasquale vai procurar uma noiva para si próprio. O Dr. Malatesta, amigo e servidor de Don Pasquale, consegue-lhe uma noiva: a irmã de Malatesta.

Na casa de Norina, Malatesta diz que vai ajudá-la no casamento de Ernesto, mas deverá seguir suas ordens, sendo a primeira tornar-se a noiva prometida para Don Pasquale. Deve fingir que não tem defeito algum, e começam a discutir como proceder.

Ato 2 – Novamente na casa de Don Pasquale, Ernesto lamenta sua sorte: ficará sem herança, sem casa e sem Norina, uma vez que não terá dinheiro para casar. Don Pasquale aguarda por Malatesta, que chega ao lado de Norina, com o rosto coberto por um véu. Norina se mostra com receio e Don Pasquale se revela encantado, enquanto Norina e Malatesta riem. Norina diz que não gosta de sair de casa para fazer nada, e afirma que seu nome é Sofronia. Quando ela tira o véu, Don Pasquale desfalece diante de tanta beleza e ordena a Malatesta buscar o juiz de paz, mas ele já está aguardando.

O juiz, que na verdade é um criado pago por Malatesta, celebra o casamento entre “Sofronia” e Don Pasquale. Ernesto chega e Don Pasquale explica que, como ele não se casou com quem ele queria, ele mesmo se casou com ela. Ernesto vê que é Norina e cobra-lhe explicações. Em segredo, Norina explica tudo a Ernesto e fá-lo assinar o contrato de casamento, como testemunha. Ernesto dá risada e é expulso por Don Pasquale. Norina se enfurece com Don Pasquale e o decepciona, demonstrando ser exatamente o avesso do que ele esperava.

Ato 3 – Por todos os lados da casa de Don Pasquale estão os pacotes das compras de “Sofronia” e enquanto isso, não para de entrar e sair os inúmeros serviçais que ela contratou. Don Pasquale está perplexo com tamanha futilidade e, principalmente, com o dinheiro que está perdendo com aquilo. Norina avisa que vai ao teatro e discute com Don Pasquale, a ponto de lhe desferir um tapa, embora se arrependa depois. Don Pasquale avisa que vai se divorciar, e depois encontra um bilhete dizendo que alguém esperaria pela “adorada Sofronia”, naquela mesma noite. Malatesta chega e vê Don Pasquale arrasado, e propõe que surpreendam Sofronia e seu amante. Se a traição fôr comprovada, ele poderá requerer o divórcio.

No jardim, Ernesto canta uma serenata e aparece Norina, trocando juras de amor com ele. Don Pasquale focaliza Norina pela lanterna e esta diz que está apenas passeando. Malatesta diz que haverá um novo casamento na casa de Don Pasquale e por isso Norina deve sair. Norina (ainda como Sofronia) finge que está perplexa, e Malatesta avisa que a mulher que vai se casar é Norina, com Ernesto. Don Pasquale fica feliz por poder se livrar de Sofronia, que diz se opor ao casamento e só acreditar vendo.

Don Pasquale consente, enfim, o matrimônio. Malatesta revela que Sofronia na verdade era Norina, e que a farsa inventada foi apenas para mostrar o risco de ele se casar com alguém muito mais jovem. Malatesta, Ernesto e Norina, então, rogam perdão a Don Pasquale, e ele, muito feliz, dá-lhes a bênção e concede a herança natural.

RIGOLETTO – Verdi

Abril
12 às 18h30 Sala Olido
14 às 20h30 Teatro João Caetano

Homenagem à Neyde Thomas
Rigoletto, Verdi
Rigoletto, Bobo do Duque – David Marcondes, barítono
Duque de Mantua- Marcello Vannucci, tenor
Gilda- Elizabeth Ratzersdorf, soprano
Maddalena- Keila Moraes, mezzo soprano
Sparafucille- Carlos Eduardo Marcos, baixo
Monterone – Jonas Mendes, baixo
Contessa di Ceprano/Giovanna – Claudia Arcos
Borsa – José Silveira
Marullo – José Marson

Piano – Marcos Aragoni
Direção Cênica e cenários – Eloísa Baldin
Legendas – João Malatian

Produção – Patrícia Venâncio
Visagismo – Eliseu Cabral
Iluminação – Roberto Fernandes de Paiva
Figurinos e Cenários da Central de Produção “Chico Giacchieri
Coordenação – Eloisa Baldin

Resumo:
ATO 1: Mântua. No palácio o Duque fala de um plano para seduzir uma jovem que viu algumas vezes na igreja. O Duque , que tentava conquistar a Condessa de Ceprano vê as sua investida frustrada com a chegada do marido. O bobo, Rigoletto, aconselha o Duque a raptar a mulher, ou mandar o marido para o exílio. O Conde ouve tudo e enfurecido, convida os outros cortesãos a ajudarem-no na vingança, raptando aquela que julgam ser a amante do bobo, uma jovem que ele visita todos os dias. Chega o Conde Monterone desesperado: afirma que o Duque desonrou a sua filha. Rigoletto ri do Conde , e Monterone, antes de partir, lança uma maldição sobre ele. A caminho de casa, Rigoletto está perturbado pela ameaça do Conde. Ele tem uma filha, que esconde de todos, aquela que os cortesãos julgam ser sua amante. No caminho Rigoletto é abordado por Sparafucile, um assassino profissional que lhe oferece os seus serviços. Rigoletto recusa-os, mas pensa na semelhança entre eles: Sparafucile mata com a espada, ele com a lingua. Ele chega em casa onde Gilda, a sua filha, o espera e repetidamente pede a ela que tome cuidado com estranhos e nnao saia sozinha. Gilda diz que sempre seguiu esses conselhos, que sai apenas para ir à missa. O Duque, disfarçado, aproveita a saída do bobo para entrar e esconder-se no pátio e ouve a jovem dizer que se está apaixonada por um jovem que vê na igreja todos os dias. Esse jovem é o Duque, que aparece e confessa também o seu amor. Depois de o Duque partir chegam alguns cortesãos que vêm raptar a amante do bobo. Rigoletto encontra-se com eles e pergunta-lhes o que fazem ali. Eles respondem que seguem seus conselhos e que vão raptar a mulher do Conde Ceprano. Rigoletto ri-se e diz que quer participar no rapto. Os cortesãos vendam-no e pedem-lhe para segurar a escada por onde sobem para a casa do próprio Rigoletto, para raptar a sua filha. Só depois de eles partirem é que o bobo compreende o que aconteceu, e fica desesperado.
ATO 2: No palácio: o Duque queixa-se de não ter encontrado Gilda quando a foi procurar. Os cortesão dizem que Gilda o espera nos seus aposentos. Chega Rigoletto, em busca da filha, sem nunca revelar o seu verdadeiro desespero, até ao instante em que os ouve dizer “que o Duque não deve ser incomodado”, o que vem confirmar aquilo que mais temia. Exige então ver Gilda, a sua filha, revelando o seu parentesco aos cortesãos . Nesse mesmo instante passa o Conde de Monterone, que os guardas levam para o calabouço. É com essa imagem da maldição, e por entre juras de vingança do bobo que o ato termina.
ATO 3: Numa estalagem, que pertence ao assassino Saparfucile e à sua irmã Maddalena. Rigoletto leva Gilda à estalagem para que veja por quem está apaixonada. O Duque está cantando e bebendo na companhia de Maddalena. Rigoletto manda a filha ir para casa e disfarçar-se com trajes masculinos, para que deixem Mântua em segurança ainda essa noite. Ele combina com Sparafucile a morte do Duque, dizendo que lhe deverá entregar o cadáver para que ele próprio o lance ao rio. Ao saber disso, Maddalena implora ao irmão que poupe o Duque. Sparafucile cede e decide entregar a Rigoletto o cadáver do primeiro forasteiro que aparecer. Gilda volta disfarçada com trajes masculinos com intenção de ver o Duque pela última vez; decide sacrificar-se pelo seu amor e bate à porta. Sparafucile desfere um golpe mortal e entrega-a como morta ao pai dentro dum saco. Rigoletto arrasta o corpo até o rio mas, ao ouvir a voz do Duque cantar na estalagem, abre o saco e vê a filha. Gilda morre nos seus braços e Rigoletto recorda a maldição do Conde.

Histórias de óperas e a ópera do Brasil. Paulo Roberto Candido dos Santos

No Livro recém lançado pela Feedbooks “ Histórias de óperas e a ópera do Brasil” de Paulo Roberto Candido dos Santos -2010 –  encontrei, em uma busca pela internet, meu nome citado no capítulo dedicado aos cantores brasileiros, como segue abaixo:

ELOISA BALDIN: Esta mezzo-soprano é também professora de canto, regente, diretora artística e musical, é uma das mais completas personalidades da ópera brasileira.

Agradeço a citação e vejo nela um grande responsabilidade, de seguir adiante no caminho que venho seguindo há tantos anos e a de ensinar e levar jovens talentos a iniciar sua vida artística e a ser um canal para levar cultura a este nosso povo tão carente dela.

http://clubedeautores.com.br/book/19409–Historias_da_opera_e_a_opera_brasileira
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de PRC dos Santos – 2010 – Artigos relacionados
HISTÓRIAS DA ÓPERA E A ÓPERA BRASILEIRA. PREFÁCIO: Lembro-me quando era criança, de alguém me ter dito que a famosa Marcha Nupcial de Wagner, que estávamos 
www.feedbooks.com/userbook/11291.pdf

Il Segreto di Suzanna

Wolf- Ferrari – Il Segreto di Suzanna

09 de Novembro às 18h30 – Sala Olido

10 de Novembro às 20h00 – Teatro João Caetano

Suzanna – Adriana Magalhães, soprano

Il Conte – Sandro Bodilon, barítono

Sante – José Marson – papel mudo

Karin Uzun – piano

Direção Cênica e concepção – João Malatian

Iluminação – Roberto Fernandes de Paiva

Coordenação, tradução e legendas – Eloísa Baldin

Resumo:

Esta ópera, cujo libreto original em italiano foi escrito por Enrico Golisciani, tem apenas um ato. Estreou no Hoftheater de Munique em dezembro de 1909 com o libreto traduzido para o alemão.

O enredo é bastante singelo e conta a história do ciumento Conde Gil, que acredita ter visto sua esposa, Susanna, caminhando sozinha pela rua.

Fica aliviado ao encontrar a esposa em seu quarto, mas um fato chama a sua atenção: sentiu cheiro de tabaco. Pois se nem ele nem a esposa eram fumantes, quem teria fumado naquele ambiente? Um amante!

Gil percebe que o cheiro vem das roupas de Susanna e esta, acossada pelo marido, confirma ter um segredo, que jamais revelaria. Gil sai de casa à procura do fumante suspeito e Susanna, bastante nervosa, acende um cigarro… Gil, com o pretexto de pegar um guarda-chuva retorna para casa e, ao sentir novamente o cheiro de cigarro, retoma a busca pelo “outro”.

Ao final, Susanna é pega com um cigarro aceso nas mãos e seu segredo é revelado. A ópera termina com juras de amor eterno, entre baforadas de um cigarro fumado por ambos.

Manon Lescaut, Puccini

Puccini – Manon Lescaut

19 de Outubro às 18h30 – Sala Olido – entrada franca

21 de Outubro às 20h00 – Teatro João Caetano – entrada franca

Manon Lescaut, ELAINE MORAES, soprano

Sargento Lescaut (irmão de Manon), DANIEL LEE, barítono

O Cavalheiro des Grieux (amante de Manon) MIGUEL GERALDI, tenor

Geronte de Ravoir (Tesoureiro Real, outro amante de Manon), JONAS MENDES, baixo

Edmondo (um estudante, amigo de Des Grieux), RICARDO IOZI, tenor

Karin Uzun – piano

Violoncelo – Cristina Manescu

Direção Cênica e concepção – Eloisa Baldin

Iluminação – Roberto Fernandes de Paiva

Produção – Patrícia Venâncio

Perucas – Eliseu Cabral

Maquiagem – Mariana Cuencas

Legendas – Jordi Quelard

Coordenação – Eloísa Baldin

Cenários e Figurinos da Central de Produção “Chico Giacchieri” do Theatro Municipal de São Paulo

Resumo:

1º ATO: Estalagem em Amiens. O cavaleiro DES GRIEUX está e seu amigo EDMUND, jovens estudantes, estão na praça em frente à estalagem. Numa diligência, chegam LESCAUT, MANON, sua irmã, e GERONTE, um velho muito rico e tesoureiro real. LESCAUT pretendia levar a irmã para um convento, mas ela interessa muito a GERONTE, e ele consente que o velho rapte a irmã. DES GRIEUX fica profundamente perturbado com MANON, e se apaixona de imediato. MANON sente-se atraída pelo jovem estudante, com o qual acaba por trocar juras de amor. DES GRIEUX consegue convencer MANON a fugir com ele, na própria carruagem destinada ao rapto. LESCAUT não se preocupa, já que conhece o amor da irmã pelo luxo.

2º ATO: Paris: MANON vive agora no luxuoso apartamento de GERONTE, mas confessa ao irmão que está cansada de tudo e que o seu único desejo é poder voltar para DES GRIEUX. Com a ajuda de LESCAUT, DES GRIEUX chega no apartamento e encontra MANON sozinha, ele a censura, mas acaba repetindo novas juras de amor. GERONTE surpreende os dois e sai para chamar a Polícia. LESCAUT exorta os amantes a fugirem, mas MANON não se conforma em deixar tanto luxo. GERONTE regressa com a Polícia, acusa a amante de prostituição, e MANON vai presa.

3º ATO: Havre: DES GRIEUX e LESCAUT planejam libertar MANON, que deverá embarcar, com outras prostitutas para a Louisiana, na América do Norte. Quando ouve o nome de MANON, DES GRIEUX coloca-se ao seu lado e mantém-se firme na sua decisão: embarcará também. O Comandante aproxima-se e DES GRIEUX implora-lhe que atenda o seu pedido e eles embarcam juntos.

4º ATO: O último ato passa-se num deserto na fronteira de Nova-Orleans, um cenário de grande desolação. Juntos lamentam a desgraça que se abateu sobre eles, e MANON, pressentindo a morte, pede a DES GRIEUX que a deixe morrer sozinha. Desesperado, DES GRIEUX parte em busca de auxílio. Sozinha MANON exprime a sua desolação. O jovem regressa e não suportando mais ela morre em seus braços.

Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho

dia 24/10 – domingo

clássicos do domingo
11h30 La Serva Padrona
La Serva Padrona
Foto: Sylvia Masini

Ópera do compositor Giambattista Pergolesi que retrata o amor entre um solteirão e sua serva.
Entrada franca (retirada de ingressos: uma hora antes de cada sessão) – Sala Jardel Filho (323 lugares)

LA SERVA PADRONA

intermezzo em duas partes

GIANBATISTA PERGOLESI (1710 – 1736 – 300 anos de nascimento)

Uberto – José Carlos Leal , baixo

Serpina – Marivone Caetano, soprano

Vespone – Caio Ferraz (papel mudo)

Nancy Bueno – piano

Direção Cênica e Concepção – Eloisa Baldin

Figurinos e cenários – Central de Produçãodo Teatro Municipal de São Paulo “Chico Giacchieri”

Produção – Patrícia Venâncio

Coordenação – Eloisa Baldin (Vesperais Líricas do Teatro Municipal de S.Paulo)

RESUMO

Uberto, um solteirão idoso, está irritado com a sua serva, Serpina, porque pensa ser ela a dona da casa. Quando Uberto pede o chapéu, Serpina o proíbe de sair de casa, e diz que a partir daí ele terá de obedecer a suas ordens. Uberto ordena então que Vespone encontre uma mulher para ele se casar e se livrar de Serpina.

Serpina convence Vespone a enganar Liberto para ela mesma se casar com ele e então informa Uberto que ela vai se casar com um militar chamado Tempesta e vai deixar a casa e se desculpa por seu comportamento. Vespone, disfarçado de Tempesta, chega e, sem dizer uma palavra, exige 4.000 coroas como dote. Uberto se recusa a pagar. Tempesta o ameaca a pagar o dote ou se casar ele mesmo com ela e Uberto concorda em se casar. Serpina e Vespone revelam seu truque, mas Uberto percebe que já a amava e agora ela será então a verdadeira dona da casa

Notícias – Revista Concerto

Vesperais Líricas apresentam “Cavalleria Rusticana” (15/6/2010)

Nesta terça, dia 15, e quinta, dia 17, as Vesperais Líricas apresentam trechos da ópera Cavalleria Rusticana, de Mascagni. No elenco, as meio sopranos Eloísa Baldin, Claudia Arcos e Elisa Nemeth, além do tenor José Silveira e do barítono Marcio Martins. Ao piano, Karin Uzun. A série, que tem direção de João Malatian e coordenação de Eloísa Baldin, é uma das mais tradicionais de São Paulo e, além de oferecer regularmente à população repertórios líricos com entrada franca, abre espaço para os grandes solistas que fazem parte do Coral Lírico do Teatro Municipal de São Paulo – que tem poucas chances de subir aos palcos das grandes e escassas montagens -, além de oferecer oportunidade da prática de ópera a jovens cantores.A ópera de Pietro Mascagni é uma das mais populares do repertório lírico, com um famoso intermezzo que separa trechos não menos conhecidos, como a ária de Santuzza “Voi lo sapete, o mamma” ou a de Turiddu “Viva il vino spumeggiante”.

As apresentações acontecem às 18h30 do dia 15 na Sala Olido e às 20h00 do dia 17 no Teatro João Caetano; e os ingressos devem ser retirados nos locais uma hora antes.

VIVA MÚSICA

Rosana Barakat, soprano. Eloísa Baldin, mezzo-soprano. Paulo Queiroz, tenor. Carlos Eduardo Marcos, baixo. Marco Antonio Cancello, flauta. Nancy Bueno, piano.

Data e Hora:
Terça, 09 de Março de 2010, às 18:30.
Série:
“Série “”Vesperais Líricas 30 anos”””
Programa:
Bizet: excertos da ópera “Carmen”.
Preço:
Grátis
Local:
Sala Olido
Endereço:
Av. São João, 473 – Centro. Tel.: (11) 3397-0171.