I Congresso de Adoração

Nesta sábado, dia 22 de Novembro, estarei na Igreja Batista do Jardim Brasil, ministrando um workshop de canto pela manhã e à tarde.
Às 17hs farei um mini recital com obras de Pergolesi, Faurè, Mozart, Rossini, Gounod, e Negro Spirituals com Wesley Rocha ao piano.I Congresso de Adoração

Av. Julio Buono, 3028
ou
Av. Sanatorio, 151 São Paulo SP 02258-000 Brasil

RIGOLETTO – Verdi

Abril
12 às 18h30 Sala Olido
14 às 20h30 Teatro João Caetano

Homenagem à Neyde Thomas
Rigoletto, Verdi
Rigoletto, Bobo do Duque – David Marcondes, barítono
Duque de Mantua- Marcello Vannucci, tenor
Gilda- Elizabeth Ratzersdorf, soprano
Maddalena- Keila Moraes, mezzo soprano
Sparafucille- Carlos Eduardo Marcos, baixo
Monterone – Jonas Mendes, baixo
Contessa di Ceprano/Giovanna – Claudia Arcos
Borsa – José Silveira
Marullo – José Marson

Piano – Marcos Aragoni
Direção Cênica e cenários – Eloísa Baldin
Legendas – João Malatian

Produção – Patrícia Venâncio
Visagismo – Eliseu Cabral
Iluminação – Roberto Fernandes de Paiva
Figurinos e Cenários da Central de Produção “Chico Giacchieri
Coordenação – Eloisa Baldin

Resumo:
ATO 1: Mântua. No palácio o Duque fala de um plano para seduzir uma jovem que viu algumas vezes na igreja. O Duque , que tentava conquistar a Condessa de Ceprano vê as sua investida frustrada com a chegada do marido. O bobo, Rigoletto, aconselha o Duque a raptar a mulher, ou mandar o marido para o exílio. O Conde ouve tudo e enfurecido, convida os outros cortesãos a ajudarem-no na vingança, raptando aquela que julgam ser a amante do bobo, uma jovem que ele visita todos os dias. Chega o Conde Monterone desesperado: afirma que o Duque desonrou a sua filha. Rigoletto ri do Conde , e Monterone, antes de partir, lança uma maldição sobre ele. A caminho de casa, Rigoletto está perturbado pela ameaça do Conde. Ele tem uma filha, que esconde de todos, aquela que os cortesãos julgam ser sua amante. No caminho Rigoletto é abordado por Sparafucile, um assassino profissional que lhe oferece os seus serviços. Rigoletto recusa-os, mas pensa na semelhança entre eles: Sparafucile mata com a espada, ele com a lingua. Ele chega em casa onde Gilda, a sua filha, o espera e repetidamente pede a ela que tome cuidado com estranhos e nnao saia sozinha. Gilda diz que sempre seguiu esses conselhos, que sai apenas para ir à missa. O Duque, disfarçado, aproveita a saída do bobo para entrar e esconder-se no pátio e ouve a jovem dizer que se está apaixonada por um jovem que vê na igreja todos os dias. Esse jovem é o Duque, que aparece e confessa também o seu amor. Depois de o Duque partir chegam alguns cortesãos que vêm raptar a amante do bobo. Rigoletto encontra-se com eles e pergunta-lhes o que fazem ali. Eles respondem que seguem seus conselhos e que vão raptar a mulher do Conde Ceprano. Rigoletto ri-se e diz que quer participar no rapto. Os cortesãos vendam-no e pedem-lhe para segurar a escada por onde sobem para a casa do próprio Rigoletto, para raptar a sua filha. Só depois de eles partirem é que o bobo compreende o que aconteceu, e fica desesperado.
ATO 2: No palácio: o Duque queixa-se de não ter encontrado Gilda quando a foi procurar. Os cortesão dizem que Gilda o espera nos seus aposentos. Chega Rigoletto, em busca da filha, sem nunca revelar o seu verdadeiro desespero, até ao instante em que os ouve dizer “que o Duque não deve ser incomodado”, o que vem confirmar aquilo que mais temia. Exige então ver Gilda, a sua filha, revelando o seu parentesco aos cortesãos . Nesse mesmo instante passa o Conde de Monterone, que os guardas levam para o calabouço. É com essa imagem da maldição, e por entre juras de vingança do bobo que o ato termina.
ATO 3: Numa estalagem, que pertence ao assassino Saparfucile e à sua irmã Maddalena. Rigoletto leva Gilda à estalagem para que veja por quem está apaixonada. O Duque está cantando e bebendo na companhia de Maddalena. Rigoletto manda a filha ir para casa e disfarçar-se com trajes masculinos, para que deixem Mântua em segurança ainda essa noite. Ele combina com Sparafucile a morte do Duque, dizendo que lhe deverá entregar o cadáver para que ele próprio o lance ao rio. Ao saber disso, Maddalena implora ao irmão que poupe o Duque. Sparafucile cede e decide entregar a Rigoletto o cadáver do primeiro forasteiro que aparecer. Gilda volta disfarçada com trajes masculinos com intenção de ver o Duque pela última vez; decide sacrificar-se pelo seu amor e bate à porta. Sparafucile desfere um golpe mortal e entrega-a como morta ao pai dentro dum saco. Rigoletto arrasta o corpo até o rio mas, ao ouvir a voz do Duque cantar na estalagem, abre o saco e vê a filha. Gilda morre nos seus braços e Rigoletto recorda a maldição do Conde.

Revista Concerto

“Vesperais líricas” do Teatro Municipal completam 30 anos(8/3/2010)
Projeto do Teatro Municipal de São Paulo que, além de explorar o vasto repertório operístico foi responsável por revelar novos cantores, as “Vesperais líricas” completam 30 anos de atividades ininterruptas. A iniciativa surgiu em 1980 a partir Projeto Pró Ópera da Secretaria Municipal de Cultura, que visava encontrar e lançar novos e jovens cantores e valorizar artistas brasileiros consagrados. A procura dos cantores foi tão grande que não havia lugar para todos se apresentarem. “Foi então que surgiu a ideia de uma série que pudesse dar a esses e outros jovens cantores a oportunidade de se apresentarem em público, e assim nasciam as ‘Vesperais líricas'”, conta a mezzo-soprano Eloisa Baldin, atual coordenadora do projeto.

O primeiro concerto aconteceu em setembro de 1980 no Saguão do Teatro Municipal, com o tenor Tomasino Castelli e o pianista Claudio de Brito. Ao longo dos anos as “Vesperais líricas” foram apresentadas em locais como a Biblioteca Mário de Andrade, o Teatro Paulo Eiró e o Auditório do MuBE. “Em 2005 as “Vesperais” foram para a Sala Olido e a partir de então muitas de suas produções começaram a ser encenadas com os devidos figurinos, cenários, quase uma opera completa! Títulos de óperas em um ato começaram a ser descobertos pelos cantores, novos diretores de cena puderam colocar em prática suas ideias e as “Vesperais” se transformaram em pequenas óperas, dando acesso ao público a arte tão fantástica”, afirma Eloisa.

Durante esses anos nomes de nosso cenário lírico começaram suas carreiras ou tiveram nas “Vesperais líricas” a oportunidade de amadurecer e se aperfeiçoar, como Paulo Szot, Adelia Issa, Carlos Augusto Vial, Andrea Ferreira, Denise de Freitas, Luciana Bueno, Regina Elena Mesquita, Luiz Tenaglia, Sebastião Teixeira, Rosana Lamosa, Fernando Portari, Marcello Vannucci, Monica Martins, Celine Imbert, Rubens Medina, Rodolfo Giulianni e Eiko Senda, entre muitos outros.

“Com muita alegria comemoramos esses 30 anos das “Vesperais líricas”. Que neste ano possamos oferecer ao nosso fiel público lindos espetáculos”, declara Eloisa Baldin.

Na próxima terça-feira, dia 9, as “Vesperais líricas” apresentam Carmende Bizet, às 18h30, na Sala Olido. O evento será reapresentado no Teatro João Caetano na quarta-feira dia 10 às 19 horas