RIGOLETTO – Verdi

Abril
12 às 18h30 Sala Olido
14 às 20h30 Teatro João Caetano

Homenagem à Neyde Thomas
Rigoletto, Verdi
Rigoletto, Bobo do Duque – David Marcondes, barítono
Duque de Mantua- Marcello Vannucci, tenor
Gilda- Elizabeth Ratzersdorf, soprano
Maddalena- Keila Moraes, mezzo soprano
Sparafucille- Carlos Eduardo Marcos, baixo
Monterone – Jonas Mendes, baixo
Contessa di Ceprano/Giovanna – Claudia Arcos
Borsa – José Silveira
Marullo – José Marson

Piano – Marcos Aragoni
Direção Cênica e cenários – Eloísa Baldin
Legendas – João Malatian

Produção – Patrícia Venâncio
Visagismo – Eliseu Cabral
Iluminação – Roberto Fernandes de Paiva
Figurinos e Cenários da Central de Produção “Chico Giacchieri
Coordenação – Eloisa Baldin

Resumo:
ATO 1: Mântua. No palácio o Duque fala de um plano para seduzir uma jovem que viu algumas vezes na igreja. O Duque , que tentava conquistar a Condessa de Ceprano vê as sua investida frustrada com a chegada do marido. O bobo, Rigoletto, aconselha o Duque a raptar a mulher, ou mandar o marido para o exílio. O Conde ouve tudo e enfurecido, convida os outros cortesãos a ajudarem-no na vingança, raptando aquela que julgam ser a amante do bobo, uma jovem que ele visita todos os dias. Chega o Conde Monterone desesperado: afirma que o Duque desonrou a sua filha. Rigoletto ri do Conde , e Monterone, antes de partir, lança uma maldição sobre ele. A caminho de casa, Rigoletto está perturbado pela ameaça do Conde. Ele tem uma filha, que esconde de todos, aquela que os cortesãos julgam ser sua amante. No caminho Rigoletto é abordado por Sparafucile, um assassino profissional que lhe oferece os seus serviços. Rigoletto recusa-os, mas pensa na semelhança entre eles: Sparafucile mata com a espada, ele com a lingua. Ele chega em casa onde Gilda, a sua filha, o espera e repetidamente pede a ela que tome cuidado com estranhos e nnao saia sozinha. Gilda diz que sempre seguiu esses conselhos, que sai apenas para ir à missa. O Duque, disfarçado, aproveita a saída do bobo para entrar e esconder-se no pátio e ouve a jovem dizer que se está apaixonada por um jovem que vê na igreja todos os dias. Esse jovem é o Duque, que aparece e confessa também o seu amor. Depois de o Duque partir chegam alguns cortesãos que vêm raptar a amante do bobo. Rigoletto encontra-se com eles e pergunta-lhes o que fazem ali. Eles respondem que seguem seus conselhos e que vão raptar a mulher do Conde Ceprano. Rigoletto ri-se e diz que quer participar no rapto. Os cortesãos vendam-no e pedem-lhe para segurar a escada por onde sobem para a casa do próprio Rigoletto, para raptar a sua filha. Só depois de eles partirem é que o bobo compreende o que aconteceu, e fica desesperado.
ATO 2: No palácio: o Duque queixa-se de não ter encontrado Gilda quando a foi procurar. Os cortesão dizem que Gilda o espera nos seus aposentos. Chega Rigoletto, em busca da filha, sem nunca revelar o seu verdadeiro desespero, até ao instante em que os ouve dizer “que o Duque não deve ser incomodado”, o que vem confirmar aquilo que mais temia. Exige então ver Gilda, a sua filha, revelando o seu parentesco aos cortesãos . Nesse mesmo instante passa o Conde de Monterone, que os guardas levam para o calabouço. É com essa imagem da maldição, e por entre juras de vingança do bobo que o ato termina.
ATO 3: Numa estalagem, que pertence ao assassino Saparfucile e à sua irmã Maddalena. Rigoletto leva Gilda à estalagem para que veja por quem está apaixonada. O Duque está cantando e bebendo na companhia de Maddalena. Rigoletto manda a filha ir para casa e disfarçar-se com trajes masculinos, para que deixem Mântua em segurança ainda essa noite. Ele combina com Sparafucile a morte do Duque, dizendo que lhe deverá entregar o cadáver para que ele próprio o lance ao rio. Ao saber disso, Maddalena implora ao irmão que poupe o Duque. Sparafucile cede e decide entregar a Rigoletto o cadáver do primeiro forasteiro que aparecer. Gilda volta disfarçada com trajes masculinos com intenção de ver o Duque pela última vez; decide sacrificar-se pelo seu amor e bate à porta. Sparafucile desfere um golpe mortal e entrega-a como morta ao pai dentro dum saco. Rigoletto arrasta o corpo até o rio mas, ao ouvir a voz do Duque cantar na estalagem, abre o saco e vê a filha. Gilda morre nos seus braços e Rigoletto recorda a maldição do Conde.